Tentâmen Sensus II 

De todas as coisas que ocupam a minha mente, insisto em memórias vazias de coisas que até então não tinha nenhuma importância. Ando buscando aquilo que esteja interligado com tudo o que está acontecendo agora. Esse turbilhão de sentimentos revirados e vivos dentro do meu peito, fazendo de mim um mero fantoche dos meus medos, que não consigo controlar; das minhas expectativas, que não consigo deixar passar e por fim, dessa paixão intensa que transborda e sigo desperdiçando com pessoas que não compreendem que tenho pressa. Elas não têm culpa. Eu não tenho culpa.
Eu aprendi a ter compaixão. 

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